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Instituto Mineiro de Agropecuária - IMA

IMA alerta para prevenção de Peste Suína

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Cartilha Peste Suína Agricana e Peste Suína Clássica

 

Peste Suína Clássica


Produtores rurais e veterinários do Serviço Oficial de Defesa Agropecuária em todo o país deverão estar atentos às medidas preventivas em relação à  disseminação de Peste Suína Clássica (PSC). Essa determinação se deve ao fato de ter sido confirmado em 6/10/2018 foco da doença no município de  Forquilha, no Ceará e até 20/12/2018 já são 30 focos de PSC no Ceará. 

O Brasil é dividido em duas áreas que delimitam zona livre e não livre da doença. 

Minas Gerais faz parte da área considerada zona livre de PSC pela Organização Mundial de Saúde Animal. Para que o estado mantenha esse status o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento reforça a necessidade de produtores e profissionais do setor estarem atentos à Instrução Normativa nº 25/2016. Essa normativa impõe restrições ao trânsito de suínos, produtos e subprodutos entre as duas zonas (livre e não livre).

O IMA alerta para a necessidade de reforçar as medidas de vigilância determinadas pelo Programa Nacional de Sanidade Suídea, como:

Emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA) para o trânsito de suídeos; Higienização e desinfecção de caminhões Melhorar a biosseguridade da Granja principalmente com o controle da entrada de pessoas e quarentena de animais Comunicar ao IMA:

- sinais clínicos de suspeita de PSC como manchas avermelhadas em extremidades de patas e focinhos em suídeos (suínos e javalis);

- aumento da mortalidade em suínos reprodutores (maior que 2%); na maternidade (maior que 15%); na creche (maior que 7%); terminação (maior que 9%).

 

Peste Suína Africana

 

Clique aqui e assista o vídeo sobre a Peste Suína Africana


Mensagem do Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi

"Temos vários focos de Peste Suína Africana e Clássica no Leste Europeu, China, Rússia e no continente Africano. O Ministério da Agricultura está tomando todos os cuidados para evitar a chegada deste vírus ao Brasil. Peço a colaboração de todos que estão ou irão (avise os parentes e amigos) em viagens para estes lugares, para que não tragam produtos comestíveis, principalmente de suínos, para o Brasil.

Há risco em restos de comidas a bordo de avião e navios. O VIGIAGRO, que cuida das nossas fronteiras, está vigilante, assim como o DIPOA está revendo nossos certificados de importação de produtos desta região.

O vírus pode ficar  por vários meses incubado em alimentos frescos e maturados. Não fazem qualquer mal à saúde humana, mas dizimam os rebanhos. Não há vacinas, só restando o sacrifício dos animais nas regiões infectadas".