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Instituto Mineiro de Agropecuária - IMA

Mosca-das-frutas

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As ações desenvolvidas objetivam a exportação de cucurbitáceas (abóbora, melancia, pepino e melão) para os países do Mercosul, principalmente para a Argentina. Atualmente, os municípios de Paracatu, João Pinheiro, Unaí, Uberlândia, Jaíba, Matias Cardoso, Manga e Luz estão aptos a exportar para esse país utilizando o Sistema de Mitigação de Risco para a praga Anastrepha grandis

O Sistema prevê a instalação de armadilhas, coleta semanal de amostras e a identificação laboratorial de insetos. Além disso, monitora áreas com baixa prevalência da Mosca-das-frutas, ou seja, áreas onde ocorre a praga em pequena quantidade, medida pelo número de moscas dividido pelo número de armadilhas dividido pelo número de dias monitorado (MAD).


Cadastro

O produtor interessado em exportar deve procurar o escritório do IMA e preencher o documento de cadastro que será avaliado e enviado ao MAPA. Após receber o número de registro este será remetido ao Ministério da Agricultura da Argentina (SENASA). O produtor deve solicitar o cadastro no escritório do IMA até 5 dias úteis após o plantio.

O cadastro é feito por Unidade de Produção - UP. Considera-se UP o plantio de cada variedade e também as diferentes datas de plantio. Em uma área pode haver o plantio de uma variedade em diferentes épocas, assim, mais de uma UP com números de cadastro diferentes.


Armadilhas

O Sistema de Mitigação de Risco propõe que para cada cinco hectares seja instalada uma armadilha que gera uma amostra. O produtor é responsável pela aquisição das armadilhas e da proteína hidrolisada (produto que atrai a praga), pela instalação das armadilhas, pela coleta das amostras e envio ao Laboratório de Diagnóstico Fitossanitário em Insetos do IMA.

A instalação deve ocorrer até 35 dias após o plantio, contados a partir da semeadura. O produtor deve identificar a área, colocar uma placa com o número da UP, o número de hectares e a variedade plantada. Precisa também manter as armadilhas instaladas no campo até 15 dias após colheita.

A coleta das amostras é semanal e o responsável técnico recebe um boletim com o resultado e as medidas de controle, no caso da ocorrência da praga. Se em uma UP ocorrer dois índices MAD seguidos superiores ao estabelecido pelo Ministério da Agricultura, a produção não poderá ser exportada.