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Instituto Mineiro de Agropecuária - IMA

Mosca Negra dos Citros

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As plantas cítricas são as mais suscetíveis à Mosca Negra dos Citros, mas ela pode se hospedar em outras espécies como: abacate, álamo, amora, ardisia, bananeira, buxinho, café, caju, carambola, cherimoia, citro, dama da noite, gengibre, goiaba, graviola, grumixama, hibisco, jasmim-manga, lichia, louro, mamão, manga, maracujá, marmelo, pêra, pinha, romã, rosa, sapoti e uva.

Por isso, o trabalho de fiscalização fitossanitária de frutos, flores de corte e material de propagação dessas espécies é importante. As principais medidas e ações são:

- cadastro das áreas de produção de frutos, flores de corte e material de propagação, exceto sementes e material in vitro,

- emissão da Permissão de Trânsito Vegetal - PTV, fundamentada no CFO/CFOC, com declaração adicional que a carga está livre da Mosca negra dos citros,

- fiscalização da carga e dos documentos sanitários exigidos durante o transporte de carga susceptível à praga, e

- definição das condições de acondicionamento das cargas que serão transportadas.


Mosca Negra dos Citros

A Mosca Negra teve origem nos países asiáticos e aos poucos foi espalhando pelo mundo. No Brasil foi encontrada, em julho de 2001, na região metropolitana de Belém, no estado do Pará,  hoje se encontra nos estados do Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Tocantins, São Paulo e Goiás.

Age sugando as folhas das plantas extraindo delas grande quantidade de seiva. Excreta uma substância açucarada na qual se desenvolve um fungo chamado de Fumagina. O fungo reduz a respiração e fotossíntese da planta que gera a redução dos frutos.

A disseminação da praga é rápida e ocorre principalmente por meio de folhas infestadas, carregadas pelos ventos, chuvas e seres humanos.